Autoestima entre os adolescentes

A autoestima é definida por conjunto de atitudes e ideias que cada um tem de si. A forma como o adolescente se percebe afeta diretamente a sua autoestima e esta, por sua vez, influencia sua vida: decisões, relacionamentos e desempenho escolar. Nesse sentido, é importante destacar que uma autoestima baixa pode levar a comportamentos de risco. Uma das bases para o futuro do adulto é a autoestima adolescente, por isso não podemos subestimar ou ignorar sua importância. Pais, educadores, pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) devem ter um olhar atento à autoestima juvenil e contribuir para que ela se restabeleça caso esteja prejudicada. É fundamental que o adolescente desenvolva capacidade de acreditar em si mesmo para se posicionar com firmeza diante dos conflitos e problemas, sem desistir dos seus objetivos.

Como ajudá-los nisso?

• Comunique-se de maneira leve e aberta: incentive uma relação flexível, onde o responsável exerça sua autoridade sem ser autoritário. Encontre o momento adequado para conversar, sem muita formalidade: pode ser em uma caminhada, por exemplo. Não perca a chance de se comunicar; mesmo que dure pouco, a conversa pode ser produtiva.
• Elogie: os pais desejam que os filhos façam o melhor e se superem, mas muitas vezes se concentram no que eles não fizeram bem ou em como podem melhorar. Apesar dos adolescentes precisarem de metas concretas, é importante que saibam que seu esforço e superação são reconhecidos.
• Respeite: embora as preferências dos adolescentes nem sempre são iguais, devemos buscar entender seus gostos.
• Estimule a formação de opiniões próprias: os jovens gostam de opinar: faz com que se sintam mais maduros e valorizados. Permita que façam o que mais gostam: discutir. É normal e necessário. Exponha seus pontos de vista nessa discussão, faça-o refletir.
• Encoraje a tomada de decisões: os adolescentes devem aprender a tomar as suas próprias decisões, a ser responsáveis por elas e decidir de acordo com valores ensinados e pessoais. Os adultos devem permitir, desde que não haja prejuízos, estando ao lado deles sempre que precisarem. Se errarem, mostre oportunidades e alternativas.
• Ensine-os a reconhecer seus sentimentos: entender a raiva, a irritação, a angústia, o medo. Compartilhe experiências vividas (dificuldades, medos, angústias) e como fez – e faz – para lidar com isso. Seja sincero, transmita e demonstre sentimentos. Se errou, reconheça.

Fonte: Departamento Científico de Adolescência da SPSP

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